sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Cilene Pereira - um verso de conforto







Cilene Pereira - um verso de conforto:

Cilene, minha amiga
Você se entristeceu
Por que partido do peito
Agora apodreceu?

Firmeza minha donzela,
Muita gente da panela
Ainda vai ser cozida
No fogo do Petrolão
Eu não sei se vai caber
Esse monte de ladrão
Talvez tenham que usar
Um baita de um caldeirão!

Meu caro Daniel Veras

Daniel Veras um versinho procê:


Meu caro Daniel Veras
O que ainda esperas?
Que o PT se recupere?
Esquece!

Depois de tanto ladrão
Flagrado pela Justiça
No caso do Petrolão
Só mesmo uma carniça
fede tanto e corrói
Como Lula, o seu herói!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

QUANDO A LUZ ACENDER cordel popular

QUANDO A LUZ ACENDER
cordel popular

Dizem que o petrolão
Criado pelo molusco
Tá queimando tanta gente
É Dilma, Zé e Barusco
Que caíram na desgraça
Dizem que até a Graça
Foi uma que se queimou
Nesse escândalo brusco

Quando o fogo começar
Incendiando o Congresso
Eu vou providenciar 
A compra do meu ingresso

Quero me divertir
Vendo tanto réu confesso
Abrindo seu abscesso
Deixando o pus escorrer

Quando chegar a mil
Esse nojento processo
Aí sim!... é que o Brasil
Terá Ordem e Progresso!

Assinado: Gonzaguista o poeta progressista

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O DUELO DE MARTA LIMA COM CAMÕES

O DUELO DE MARTA LIMA COM CAMÕES











Marta Lima é ativista
Mais já tá apusentada
Iscreve palavrada errada
É mutivu di chacota
Tudu quiscreve é lorota
Pru povu si adivertí

Um dia eu murri di rí
Quando ela ilugiô
U PT, a Dirma e Lula
Eu mi lembrei dum jumento
Daquelis qui peida e pula
As palavra qui ela pôis
Causaru mutcho pavô
A geladeira parô
U canu d’água furô
U dia iscuriceu
Até a luz apagô

Queim cunhiceu o Camões
Cum suas reflexições
Num sabi uquiaconteceu
Mermo já tendo murrido
U cába si alenvantou
U seu caxão arrombô
Disabalô num pinoti
Trupeçô im cinco pote
Nunca mais apariceu

Minha vó Capitulina
Insinava prus minino
Nunca abra sua boca
Si a sua opinião
Naum tiver mermo razão
Cum basi nu pensamento
Pruquê pódi si arriscá
A zurrá cumu jumento.

Assinado: Gonzagão u pueta du sertão

domingo, 4 de janeiro de 2015

MEU CUMPÁDI STÁLINO

MEU CUMPÁDI STÁLINO
***********************

Meu cumpádi Stalino
Quano nóis era minino
Mi contô u seu segredo
Falô anssim: num teim medo
Dessis tar di cumunista
São tudus uns mintirista
Qui muntas proza escole
São tudus uns bunda-mole
Uns preguiçoso i ladrão
Pela fralde elis prima
Mas sabe cumo elis fogi?
Cum uma surra di rima.


Luiz Gonzaga – pueta do sertão

U QUI EU VÔ FAZÊ?

U QUI EU VÔ FAZÊ?
***************
Quano ocêis isquerdopatas
Naun soberi u qui fazê
Prigunte ao FHC

Quano ocêis tudu petralha
Naun soberi u qui fazê
Prigunte ao FHC

Quano ocêis anarfabetos
Naun soberi u qui fazê
Prigunte ao FHC

Quano a janta si acabá
I si quebrari as culheres
Chami Hinriqui Meirelles

Quanu céu iscurecê
I num tivé prondi í
Prigunte ao Juca Levy

Luiz Gonzaga – pueta do sertão

US CÁBA DU PETROLÃO

US CÁBA DU PETROLÃO

***************

Eu cumu inguinoranti
Lhi prigunto seu juiz
Cumu um bandu di sebento
Di baixu du seu nariz
Feiz toda essa robalhera
Só naum robô queim num quis


Foi tantus cába qui eu vi
Na minha tilivisão
Tudu amigu dus gunverno
Da Dirma i du Lulaladrão
Qui eu fiquei  istontiadu
Cum tamanha confusão

Pu favô mi ixpriqui agora
Sua excelença Ségio Moro
U qui elis taum fazeno
Num é quebra di decôru?

Cuma é qui tantu cába
Cábi numa só cesta
Quereno fazê di nóis
Brasileiro, uma besta?

´...poema em construção
Vem continuação


Luiz Gonzaga – pueta do sertão