sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

OS RASTROS DO PT (cordel popular)



Agora vou lhe mostrar,
O projeto de poder,
Estava bem escondidinho
Para ninguém poder ler

É o discurso do Mula
Recheado de firula
Que nem mesmo encabula
Um mestre da traficância
Que tão cheio de arrogância
Dobra artista e intectual
Nessa lista ninguém sobra
Sou homem que mata a cobra
E ainda mostra o pau

O primeiro documento
O danado do jumento
Escondeu lá no planalto
Sem um pingo de pudor
Mas eu fui lá e baixei
E publico com amor

Pode também ser lido,
No segundo link postado
Onde o disponibilizei
Para ser analisado
Com atenção de devoto
Pois lá existe uma foto
Do seu tempo de aloprado.



Assinado: Gonzagão, o poeta do sertão

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A CURPA É DO...


(cordel popular)

A briga aqui nu esgoto
Tá uma luta de côro
Pra sabê quem é curpado
Nu juizado do Moro

Us petráia si borrando
C’ua consciência pesada
Já sabim qui Lula Dirma
Construiru essa jogada

Tão todus dôis caladinho
Cum u boga apertadinho
Num passa nem pensamento
Elis jura qui num sabe
Queim robô a Petobrás
Mais u povu num singana
I tá sabidu dilmais

Até o Judas pegou
Aqueles trinta dinhêru
Por que não os emprêiteru
Dexariam de pegá?

É usineiro, é banqueiro
Sindicato i fazendeiro
Diputadu i jornalista
É malandru i cumunista
Meteno a mão pra valê
Queru vê ano que vem
Quanu us cobre si acabá
Dondi é que vão tirá
Pa pagá us prejuízo
Du gunvernu federá

Minha avó Capitulina
Ô véia isperta e seim medo
Discubria us segredu
Mais difirce du lugá

Priguntaru para ela
Queim criô u Petrolão?
Ela aluiu e disse:
Um hómi di nove dedo
Qui cuma anta ajuntô
Êli tevi a idéia
I ela inzicutô!

Assinado: Gonzagão u pueta du sertão

IMPEACHMENT da Dilma

IMPEACHMENT

Cuma é u nómi dela
Daquela qui sempi mente
I qui si diz presidenti
Dessi imençu paiz?

Taum dizeno puraí
Qui ela já vai s’imbora
Qui todu dia ela chora
Qui num sabi purquê mente
Qui trocando u presidente
Ela num pódi mandá
Quié que eu fasso minha gente
Mi ajudi, antis qui u Teme,
Ocupi u seu lugá!


Assinado: Gonzaguista o poeta progressista

domingo, 8 de fevereiro de 2015

PETROLÃO

Disse um dia o Lulladrão
O “bilhete premiado”
Que eu vou dar pro brasileiro
Será muito comentado
No futuro da Nação
Muita gente irá guardar
Esse feito fabuloso
Que irá ficar famoso
Com o nome de PETROLÃO!

Minina da Nuruega

A menina Magali
Posta lá da Noruega
Mas não muda, o conteúdo
Continua sempre “brega”

Minina tu num mingana
Cum dois tustão de banana
Eu façu uma bananada
Cum dois pedaçu di pão
Um toicinho i treis tumate
Eu garantu qui eu faço
Um bolo di chocolate

Pra tu sê inteligente
É pricisu tu crecê
i tumá muto açaí
Quanu tu naceu naTerra
U teu pueta Gonzaga
Já era famozo aqui

Acho mió tu saí
Carregando tua matula
Vai lavá loça pru Lula
Carrega compra pra Anta
Pois tua prosa é póbi
I intope tua garganta.

Ançina: Gonzagão u pueta du povão 




sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Maena Souza - Um versinho procê







Maena Souza - Um versinho procê:

Num adianta seus coxinha
Á Dilminha achincalhá
Sô do MAV, sô petralha
Casaca num vô mudá

Cilene Pereira - um verso de conforto







Cilene Pereira - um verso de conforto:

Cilene, minha amiga
Você se entristeceu
Por que partido do peito
Agora apodreceu?

Firmeza minha donzela,
Muita gente da panela
Ainda vai ser cozida
No fogo do Petrolão
Eu não sei se vai caber
Esse monte de ladrão
Talvez tenham que usar
Um baita de um caldeirão!