sábado, 10 de setembro de 2016
sexta-feira, 17 de abril de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
CASAMENTO

Casamento é mistério
Difícil de esclarecer
Quanto mais se pensa sério
Mais ocorre um revertério
Pra gente não entender
Será que essa coisa rima
Com amor e sentimento
Com paz ou com sofrimento
Durante a vida da gente?
Ou será que pode ser
Acordo de segurança
Por palavra prometida
Que dura por toda a vida,
Garantindo a esperança?
Qual a cor do casamento
É rosa, é verde-alfafa,
Translúcido como garrafa
Ou um vermelho-rubor
Ou pode ser outra cor?
É na hora de dizer
Sim, na frente do padre
Que o noivo e a “comadre”
Não podem nunca esquecer
Que a palavra é segura
E que só o sentimento
No momento da incerteza
Não pode aceitar fraqueza
Nem mesmo num só momento
Dou uma dica pra vocês
Que fiz no meu casamento
Eu contei de hum a três
Segurei o pensamento,
E para não gaguejar,
Olhei bem para o padre
Para poder concentrar
Quando ele fez a pergunta
Na garganta deu um nó
Quase eu esmoreci
O que gravei esqueci
Escureceu minha vista
E eu quase desmaiei
Mas logo recuperei
E logo voltei a mim
E para ele eu disse:
Minha palavra é sim!
Matrimônio é uma coisa
Difícil de acontecer
Mas quando você promete
Tem mesmo é que fazer
Pra poder trazer sorte,
Felicidade e prazer.
Minha avó sempre disse
Duas coisas de valor:
“Uma é nossa palavra,
Que nunca pode ter trava,
“A outra coisa é o amor”.
Agora finalizando
Quero fazer um pedido,
Carregado de afeto,
Ficarei agradecido
Se me prometerem um neto!
Luiz Gonzaga (pai e sogro)
DILMA, A FUGITIVA
Dilma Roussef, frívola peralta,
Que foi imbecil desde fedelha,
Tipo capaz de produzir discurso fútil,
Tipo que, presa, já seria útil;
Lá um dia deixou de andar à malta
E, indo à casa do pai, honrado velho,
A sós na sala, diante de um espelho,
À própria imagem disse em voz bem alta:
E, indo à casa do pai, honrado velho,
A sós na sala, diante de um espelho,
À própria imagem disse em voz bem alta:
— Dilma Roussef, és mulher formosa!
És simpática, és rica, és talentosa!
Que mais no mundo se te faz preciso?
És simpática, és rica, és talentosa!
Que mais no mundo se te faz preciso?
Penetrando na sala, o pai sisudo,
Que por trás da cortina ouvira tudo,
Severamente respondeu: — Juízo!
Que por trás da cortina ouvira tudo,
Severamente respondeu: — Juízo!
domingo, 15 de fevereiro de 2015
QUEM É? (charada cordel)
Se você é mesmo esperto
e conseguir decifrar
essa charada cordel
um presente vai ganhar.
Rainha do besteirol
é feia como a hiena
só escreve em “caixa alta”
do português não tem pena.
Seu primeiro nome retrata
o nome de uma petista
que arriscou ser prefeita
em uma grande cidade
Que por pura vaidade
senadora foi eleita
Seu sobrenome lembra
a prima de uma laranja.
Pronto, agora dei a canja
pra quem quiser acertar.
Ela é vovó que mente
de forma bem descarada
seu presente então será
uma bela gargalhada!
O VELHO SÁBIO
O seu filho perguntou:
Meu pai que estória é essa
Da Dilma fazer promessa
E depois silenciar?
Tanta droga que eu lí
Sobre o tal de Petrolão
Mas, confesso, não entendí
Nem um pouco essa questão...
O velho ficou pensando
E pra seu filho olhou
Logo depois, suspirando,
A resposta iniciou:
“Meu filho, a fruta cresce
depois ela amadurece
Sempre no mesmo pé
De verde ela amarelece
E ao se tornar madura
Muito tempo ela não dura
Com certeza apodrece
Com certeza apodrece
E um dia cai da altura
Como o jabutipé ”sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
OS RASTROS DO PT (cordel popular)
Agora vou lhe mostrar,
O projeto de poder,
Estava bem escondidinho
Para ninguém poder ler
O projeto de poder,
Estava bem escondidinho
Para ninguém poder ler
É o discurso do Mula
Recheado de firula
Que nem mesmo encabula
Um mestre da traficância
Que tão cheio de arrogância
Dobra artista e intectual
Nessa lista ninguém sobra
Sou homem que mata a cobra
E ainda mostra o pau
Recheado de firula
Que nem mesmo encabula
Um mestre da traficância
Que tão cheio de arrogância
Dobra artista e intectual
Nessa lista ninguém sobra
Sou homem que mata a cobra
E ainda mostra o pau
O primeiro documento
O danado do jumento
Escondeu lá no planalto
Sem um pingo de pudor
Mas eu fui lá e baixei
E publico com amor
O danado do jumento
Escondeu lá no planalto
Sem um pingo de pudor
Mas eu fui lá e baixei
E publico com amor
Pode também ser lido,
No segundo link postado
Onde o disponibilizei
Para ser analisado
Com atenção de devoto
Pois lá existe uma foto
Do seu tempo de aloprado.
No segundo link postado
Onde o disponibilizei
Para ser analisado
Com atenção de devoto
Pois lá existe uma foto
Do seu tempo de aloprado.
Segundo link: http://vivereuqueroconviverpreciso.blogspot.com.br/2015/02/adicionar-legenda-veja-qual-era-o.html
Assinado: Gonzagão, o poeta do sertão
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